Hoje em dia está na moda adoptar-se uma dieta . Seja por razões de saúde ou por ética pessoal, é importante , como em tudo, perceber o que está por detrás destes modos de vida, como são sustentados.
Porque assim de súbito ficou na moda uma série dietas que amiúde nem é adaptável ou ajustada as necessidades da maioria das pessoas , isso levou a haver uma sobre produção de vários alimentos.
Porque os terrenos onde tais espécies são autóctones não se expandem. Isto está a implicar plantar soja e arroz exótico, por exemplo, em terrenos não próprios.
O resultado é catastrófico para o ecossistema e em pouco tempo a terra que tem de ser alagada. Isto de forma artificial e deixa de poder sustentar qualquer tipo de planta.
Antes falavamos do impacto ambiental de se ser carnívoro em excesso: florestas devastadas para plantar pasto para “picanha”, a quantidade de metano dos gases soltos pelo gado (que é mais que a liberta pelos carros), o risco de ingestão indirecta de antibióticos e hormona do crescimento via consumo de carne produzida em velocidades recorde para satisfazer a fome carnívora.
Mas não sejamos pudicos nem selectivos na ética ou sensibilidade ecológica.
Assim amiude as plantas e sementes exóticas que de súbito são tão procuradas (óleo de argão, de palma e de côco,etc).
Vem com um preço demasiado elevado não só no impacto ambiental mas socio cultural .
A maioria do cacau e café são assim colhidos ameio de clima de guerra, por crianças que são pagas quase nada para depois se revender a preços exorbitantes ao ocidente.
A produção massiva de soja e arroz tailandês fora de seus terrenos próprios está a servir de desculpa para condições laborais degradantes.
As pedras semi preciosas e gemas que muitos usamos ou vemos usar nas meditações e vários rituais. São assim colhidas por crianças por norma visto serem quem melhor entra nas grutas ou peneira com suas pequenas mãos suadas e famintas a ametista que depois queremos usar ao peito para atrair empatia e sensibilidade espiritual.
A ironia é tremenda e quando a ignorância é auto imposta e auto mantida, converte-se em hipocrisia. Sensibilidade com uns animais ou certas plantas mas não com todos e/ou não tanto com os humanos nossos pares, é pouco são e também isto importa ter em mente.
Nada contra a soja nem modos de vida saudáveis.
O que gostava de semear aqui era a ideia de que, se queremos de facto ser sensíveis com a Natureza como um todo e ter uma vida saudável.
Não podemos substituir um mal.
Por um outro
Bom senso, sensibilidade ecológica transversal, curiosidade cientifica e espírito crítico.
Se mantivermos estes 4 pontos cardeais a reger as nossas escolhas de saúde e vivência.
Acredito que seremos mais felizes e o planeta um pouco mais equilibrado e são.
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